Flávio Dino despreza Imperatriz por ser comandada por aliado de Roseana Sarney.

Em release distribuído pelos dois lados, uma coisa ficou clara, Flávio Dino (PCdoB) deixa a população de Imperatriz sofrendo o descaso deixado pelo ex-prefeito Sebastião Madeira (PSDB), para tentar minimizar politicamente o prefeito Assis Ramos (PMDB).

Quem acompanha a blogosfera, viu, nos blogs aliados com o governador, a imatura atitude de Flávio Dino em chamar os vereadores do município para tentar resolver os problemas da cidade, e, deixar o peemedebista que comanda a prefeitura de fora da conversa. Ora, governador, vereador não executa!

Nas publicações dos blogueiros dinistas, a tentativa de passar a idéia que o caos vivido em Imperatriz é culpa do atual prefeito me faz lembrar aquela história do Vampeta, quando o jogador deixou o Corinthians no auge da forma física, e ao chegar no Flamengo, sem receber seus salários, deixou de render o que rendia no timão. Ao ser entrevistado, soltou aquela frase clássica: “Ele finge que me paga, eu finjo que jogo.”

Assim está os blogs aliados de Flávio Dino. As matérias, supostamente pagas a peso de ouro, servem apenas para massagear o ego do Secretário de Comunicação, o comunista Márcio Jerry, que em Imperatriz, é odiado desde a época que, esse sim, transformou a administração do ex-prefeito Jomar Fernandes em um verdadeiro caos.

Já o prefeito de Imperatriz, o inexperiente Assis Ramos (PMDB), distribuiu release tentando passar a idéia de que o Governador Flávio Dino só chamou os vereadores para uma reunião, por insistência do peemedebista. Ora delegado prefeito, como assim, o governador chama os vereadores mas te deixa de lado?

No próprio release o prefeito se reclama do desprezo dado por Flávio Dino, e da retirada das maquinas à mando do Secretário Clayton Noleto.

Enquanto Flávio Dino comanda o Estado como se estivesse apenas disputando votos, vai ganhando a antipatia daqueles que esperavam um governo de todos nos.

Com aval do PMDB nacional, Roseana Sarney retorna ao Maranhão e deve anunciar que será candidata

A ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) retornou ao Maranhão, depois de um longo período em Brasília, onde acabou recebendo aval da cúpula do PMDB para eventual candidatura.

De volta a São Luís, a peemedebista pretende iniciar contatos com líderes partidários do seu grupo político e buscar conversas também com pretensos candidatos a governador.

Uma nova pesquisa eleitoral, qualitativa, deve ser encomendada para embasar eventual projeto para 2018.

Enquanto eles brigam, Roberto Rocha cresce na corrida rumo ao Governo do Estado

Descartada pela classe política, já que a consulta foi realizada antes das revelações envolvendo o nome do Governador na operação Lava Jato, a pesquisa divulgada nesta segunda-feira (17) é recheada de particularidades e deverá ser lembrada pelos comunistas como a última em que Flávio Dino aparece liderando a corrida rumo à reeleição.

Após o desgaste com o aumento de impostos e a indisposição com os professores, a consulta, realizada entre 4 e 10 de abril, portanto, um dia antes da bomba envolvendo o nome do Governador à Lava Jato, mostra que Flávio Dino não ia bem, e aponta empate técnico da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), com o comunista.

Em terceiro, livre de acusações e rejeições, Roberto Rocha aparece cada vez mais consolidado como a terceira via.

O ex-Juiz Marlon Reis, conhecido nacionalmente pela Lei da Ficha Limpa, vem em quarto lugar, seguido da ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge.

Como não é ano eleitoral, a pesquisa não foi registrada no TSE e não contem outros dados exigidos em período eleitoral. A consulta foi realizada pela Perfil Pesquisa de Opinião, empresa registrada no interior de São Paulo.

Eleições 2018: Lava Jato respinga em Flávio Dino, Zé Reinaldo e Lobão.

A lama da Lava Jato respingou em todo mundo.

As aparições do Governador do Estado em programa nacional do PCdoB, e a recente visita de Flávio Dino ao ex-presidente Lula (PT), confirmavam o que muita gente já desconfiava. Flávio Dino tem intenção de compor chapa nacional, provavelmente como vice em uma possível candidatura de Lula.

Dino sofreu ontem (11), sua primeira grande rasteira nacional ao ter seu nome citado na Operação Lava Jato. Flávio Dino (PCdoB) foi delatado na Lava Jato por José de Carvalho Filho, ex-funcionário da Odebrecht.

Segundo o colaborador, o comunista pediu R$ 400 mil de ajuda financeira a sua primeira campanha ao Executivo, em 2010.

Já o deputado federal Zé Reinaldo (PSB), que não esconde de ninguém o desejo de candidatar-se ao senado, foi acusado de ter usado o então Procurador do Estado, Ulisses Sousa, para pedir propina à Odebretch.

Lobão (PMDB), que deve deixar a vida pública assim que terminar seu mandato de senador, também voltou a ter seu nome citado em delação. Segundo Henrique Valladares, ex-executivo da Odebreth, Lobão foi beneficiado com mais de R$ 5 milhões.

No mês em que a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) dá sinais de que pode ser candidata ao governo, a Operação Lava Jato tem sido o seu maior cabo eleitoral, atingindo a popularidade dos seus adversários, enquanto, até agora, o nome da ex-governadora passa ileso.

Outro que assiste de camarote a queda de seus adversários é o senador Roberto Rocha (PSB), que tem aproveitado o bom momento para visitar suas bases políticos em várias regiões do Estado.

Membros do grupo Sarney voltam a apontar Roseana como candidata ao Governo

O senador João Alberto e o ex-deputado Francisco Escórcio, ambos integrantes do grupo Sarney, voltaram a avaliar que a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) deverá concorrer contra o governador Flávio Dino (PC do B), que tentará a reeleição em 2018.

Os dois peemedebistas, em janeiro, já haviam apontado o rumo que Roseana poderá tomar. Ela continua mantendo silêncio sepulcral sobre o assunto.

Escórcio, em suas redes sociais, além de afirmar que Roseana tentará retomar o comando do Palácio dos Leões, chegou a citar os dois candidatos do grupo ao Senado.

São eles: Edinho Lobão (PMDB) e o deputado federal e ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho (PV), que já falou abertamente sobre o tema – reveja.

João Alberto teceu inúmeras críticas ao governo comunista, completando que Roseana é a melhor opção para derrotar o governador e seu grupo.

“Roseana é o nome com mais força para barrar Flávio Dino em 2018. Ela tem o carisma que Dino não tem; e é conhecida eleitoralmente em cada canto deste Maranhão”, disse Alberto

Nomeia, renomeia, exonera. Depois de muita lambança, LF nomeia mais uma vez os primeiros secretários municipais.

No dia 01 de janeiro, o prefeito Luís Fernando Moura da Silva (PSDB), após ser empossado, foi para a sede da Prefeitura, com a missão de nomear seus secretários e adjuntos. Com uma equipe que ainda está aprendendo, passou a semana inteira nomeando, re-nomeando, exonerando e nomeando de novo as mesmas pessoas, uma verdadeira lambança, e ainda assim, não conseguiu nomear todos os secretários e adjuntos do município.

Ainda nas primeiras horas, Luís Fernando nomeou Joana Marques para o cargo de Secretária Municipal de Planejamento, Administração e Finança; Tiago José Mendes Fernandes para o cargo de Secretário Municipal de Saúde; Sônia Maria Silva Menezes para o cargo de Secretária Municipal de Assistência Social, Trabalho e Renda; Glauber Miranda Garrêto para o cargo de Secretário Municipal de Obras, Habitação, Serviços Públicos e Urbanismo; Benilce Gisele dos Santos Pereira para o cargo de Secretária Municipal de Governo e Assuntos Metropolitanos; Walber Mendes Mouzinho para a Secretaria Municipal de Fazenda; Edson Pedro de Souza Calixto para o cargo de Secretário Municipal de Cultura; Jorge Antônio de Araújo Júnior para o cargo de Secretário Municipal de Segurança Pública; José Isaac Costa Buarque de Holanda para o cargo de Secretário Municipal de Meio Ambiente, Agricultura, Pesca e Abastecimento; Márcio Amado Libério para o cargo de Presidente da Comissão de Licitação e Eriko José Domingues da Silva Ribeiro  para o cargo de Chefe da Assessoria Jurídica (ISO-2).

No dia seguinte, LF verificou alguns erros e republicou a nomeação de Márcio Amado Libério para o mesmo cargo mas em secretaria diferente, e no rodapé, a informação, “republicado por incorreção”. Também com data do dia 02 de janeiro, nomeou Mary Lucia Jardim Castro dos Reis para o cargo de Contadora-Geral e Ana Maria Gomes Saraiva para o cargo de Secretária Adjunta de Orçamento e Finanças, com a observação que deveria ser considerado a data do dia 01 de janeiro.

No dia 04 de janeiro, Luís Fernando meteu caneta e exonerou de uma só lapada, Benilce Gisele dos Santos Pereira; Walber Mendes Mouzinho; Edson Pedro de Souza Calixto; Jorge Antônio de Araújo Júnior; José Isaac Costa Buarque de Holanda; Eriko José Domingues da Silva Ribeiro; Ana Maria Gomes Saraiva e Márcio Amado Libério.

Ainda com data do dia 04, diário do dia 05 e publicação apenas na sexta-feira (6), Luís Fernando nomeou mais uma vez os mesmos secretários, que agora parece ser oficial e definitivo.

Benilce Gisele dos Santos Pereira para o cargo de Chefe de Gabinete, com salário de secretário (ISO-1); Eriko José Domingues da Silva Ribeiro para o cargo de Chefe da Assessoria Jurídica, com salário de secretário (ISO-1); Anna Caroline Marques Pinheiro Salgado para o cargo de chefe de Assessoria Especial, mesmo salário de secretário (ISO-1); Matias Marinho Siqueira para o cargo de Chefe da Assessoria de Comunicação, também com salário de secretário (ISO-1); Guiomar Ribeiro Camargo para o cargo de Chefe da Central de Licitações, Contratos e Convênios, também com salário de secretário (ISO-1); Maria Helena de Oliveira Costa para o cargo de Controladoria-Geral, também com salário de secretário (ISO-1);  Carla Veras Bezerra Galvão para o cargo de Secretária Municipal de Educação; Nelson Weber Júnior para o cargo de Secretário Municipal do Ambiente; Antonio Augusto Costa Melo para o cargo de Secretário Municipal da Juventude; Daniel Pereira de Souza para o cargo de Secretário Municipal de Regularização Fundiária; Hilário Ferreira Júnior para o cargo de Secretário Municipal de Recuperação e Manutenção da Malha Viária, Prédios e Logradouros Públicos; Walber Mendes Mouzinho para o cargo de Secretário Municipal da Receita e Fiscalização Urbanistica; Edson Pedro de Sousa Calixto para o cargo de Secretário Municipal de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer; Jorge Antônio de Araújo Júnior para o cargo de Secretário Municipal de Transporte Coletivo, Transito e Defesa Social e José Isaac Costa Buarque de Holanda para o cargo de Secretário Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento.

Os 15 servidores nomeados terão status de secretários e custarão aos ribamarenses cerca de R$ 200 mil reais por mês.

O que mais chamou atenção, foi que em menos de uma semana, Luís Fernando decidiu mudar o ISO do procurador do município, que deixou de receber IS0-2, e passou a receber IS0-1, um generoso aumento de aproximadamente 100%.

O prefeito Luís Fernando ainda nomeou, mais uma vez, corrigindo a lotação do cargo, os servidores Márcio Amado Libério e Ana Maria Gomes Saraiva.

Uma semana de canetada e “borrachada”, e os ribamarenses ainda não sabem os nomes de todos os secretários e adjuntos. A assessoria de imprensa lenta e sem muito jeito, até hoje não informou nenhum veiculo de comunicação do município os nome dos secretários, que até agora o povo deseja saber.

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Roseana acusa MP de induzir respostas na Operação Lava-Jato

screen_shot_2014-01-07_at_12.08.28_pmEm uma tarde em que prestou depoimento, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmava não estar com a memória boa. Ao relatar suposta negociação para repassar R$ 2 milhões para a campanha de Roseana Sarney (PMDB) em 2010, declarou nunca ter conversado sobre o assunto com a ex-governadora do Maranhão. Questionado novamente, respondeu que não se lembrava. Por fim, reconheceu que houve um breve diálogo, e ficou em silêncio enquanto representantes do Ministério Público Federal digitavam detalhes do suposto encontro.

A defesa de Roseana afirma que a cliente só foi citada porque integrantes da força-tarefa completaram frases do delator e induziram as respostas dele. Conforme petição encaminhada na última sexta-feira (24) ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, “os dignos representantes do Ministério Público (…)  buscam conduzir a oitiva com sugestões de respostas (…), além de questionar repetidamente sobre determinados pontos até que o depoente faça afirmações que melhor atendam ao interesse da versão acusatória”.

O documento é assinado pelo criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, Marcelo Turbay e outros três advogados do escritório. Para eles, o termo desse depoimento (espécie de ata com resumo das falas) deixa de descrever fielmente as afirmações de Costa e não retrata “suas manifestações de insegurança e/ou falta de convicção sobre determinados pontos fundamentais”.

O ex-diretor da Petrobras só afirmou ter conversado com Roseana sobre recursos para campanha depois que os participantes do depoimento — dois procuradores da República e um promotor — apontaram que ele havia dado essa versão em uma ocasião anterior.
“Não me lembro de ter discutido isso com ela lá [em um almoço]”, disse Costa. “A minha memória tava muito mais boa aqui [depoimento mais antigo], do que hoje aqui.” (sic)

“De qualquer forma o senhor ratifica isso aqui?”, questionou um dos membros da força-tarefa, em referência ao termo anterior. “Sim”, respondeu Costa. “Então pronto, a gente pode fechar”, afirmou o procurador responsável pela oitiva, que passa a digitar e repetir em voz alta as informações daquele documento: “Ocasião em que foram feitos breves comentários sobre os pagamentos de propina para o abastecimento de sua campanha”. Minutos depois, o delator diz que se lembrou de alguns pontos da conversa.

Para Kakay, a falta de clareza sobre a forma como as informações foram colhidas interfere nos elementos usados para fundamentar a instauração de inquérito contra a ex-governadora. “A análise aqui realizada comprova cabalmente que, sem qualquer sombra de dúvidas, a verdadeira narrativa de Paulo Roberto Costa – não aquela reproduzida no Termo de Declarações 20, mas a efetivamente realizada por ele – desmonta completamente o pilar acusatório (…), sem o qual o pedido de instauração de inquérito não se sustenta, em razão da ausência do requisito indício suficiente de autoria/participação.”

Com esses argumentos, o advogado pede que Zavascki reforme a decisão que autorizou a abertura da investigação e arquive o inquérito relacionado à cliente.

Ex-diretor da Petrobras afirma que repassou R$ 13 milhões a Roseana Sarney e Edison Lobão

imageDesde a noite de sexta-feira (6), após a divulgação da lista de políticos envolvidos na investigação do Supremo Tribunal Federal na Operação Lava-Jato, surgem novas denúncias contra os citados. Entre os maranhenses envolvidos, estão denúncias de pagamento de propina e repasses de dinheiro, ao senador Edison Lobão (PMDB) e a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), respectivamente.

De acordo com matéria veiculada no jornal Folha de São Paulo, entre os depoimentos da delação premiada, estão de um executivo da empreiteira Camargo Corrêa, que teria repassado cerca de R$10 milhões de propina ao senador e ex-Ministro de Minas e Energia Edison Lobão, que integra a lista de políticos investigados pelo STF na Operação Lava Jato. Em depoimento, o executivo afirmou que o dinheiro foi solicitado pelo próprio peemedebista.

O pagamento teria sido realizado em 2011, quando a empresa foi contratada para participar da construção da usina de Belo Monte – Lobão era ministro na época. O nome do senador já havia sido citado em delações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef.

Youssef dizia na carceragem da Polícia Federal em Curitiba que Lobão era o “chefe” do esquema de desvios na Petrobras, segundo a Folha. De acordo com a publicação, o executivo da Camargo, Dalton Avancini, fez o relato sobre a suposta propina paga a Lobão durante as negociações com procuradores para o acordo de delação. Ele também citou que houve trativa sobre suborno na contratação da Camargo para fazer a usina atômica Angra 3.

Em respostas a essas denúncias, o advogado do senador Lobão, Antônio Carlos de Almeida Castro, mais conhecido como Kakay, disse que a delação não é prova e que a “palavra de delator tem credibilidade zero”, afirmou.

Quem também teria recebido dinheiro, seria a ex-governadora Roseana Sarney. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa disse em delação premiada ter entregue R$ 2 milhões para a campanha da peemedebista ao governo do Maranhão em 2010, a pedido do então ministro de Minas e Energia, senador Edison Lobão (PMDB). A reunião teria acontecido no gabinete do ministro. Lobão e Roseana serão investigadas por corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro.

ALÔ FLÁVIO DINO! GERALDO TRANSFORMA INMEQ EM “CASA DA MÃE ROSEANA”.

inmeqNomear milhares de servidores é uma tarefa difícil, principalmente quando a ordem é tirar o Maranhão do atraso com a idéia de varrer o grupo Sarney enraizado em todos os órgãos e emplacar uma nova regra: Governo de todos nós.

Mas em um órgão especial parece que a coisa bagunçou de vez, Flávio Dino escolheu para presidir o Inmeq – Instituto de Metrologia e Qualidade do Maranhão, o estrangeiro Geraldo Carvalho Júnior, isso mesmo, parece que Geraldo desconhece a política estadual, e desde que assumiu a autarquia, vem excluindo os Dinistas e promovendo os Sarneystas.

Pelo visto Flávio Dino e Marcio Jerry não sabem que o diretor do instituto, Geraldo Carvalho Júnior, em um mês, vem fazendo uma besteira atrás da outra, desde o simples recado que manda a aliados de Dino: “Não atendo político nem recebo pedidos.” até “as promoções aos recodistas de viagem na era Sarney.”

O estrangeiro, digo, Geraldo, levou para ser Diretor Financeiro do Inmeq, Rocha Neto, que foi por duas vezes secretario da Industria e Comercio de Roseana Sarney. Ainda bem que perceberam e mandaram correr.

Não satisfeito, nomeia para o setor de Recursos Humanos, Luis Ricardo, que está de camisa amarela no comício de Lobão Filho,, abraçando o deputado federal sarneyzista Hildon Rocha, que votou e militou na chapa cheia: Lobão, Gastão Vieira, Cesar Pires e Hildon Rocha, todos adversários dos comunistas.

Geraldo Júnior vai mais além e nomeia para Diretor Técnico Zois Gantzias (de óculos Escuro), conhecido por passar mais dias fora do Estado do que no próprio Inmeq, sempre aos custos de altas diárias pagas pelo Estado, na foto está com a bandeira de Lobão filho no ombro, fazendo a retaguarda para Hildon Rocha, Cesar Pires e Jones Braga. É molé?

Por ultimo, ele manteve como chefe de gabinete Andrezza Mondego, aquela que aparece na foto de blusa branca registrando os momentos da campanha do candidato de Roseana Sarney.

Além do trio, Geraldo manteve e promoveu um time completo em um acordo com o ex-presidente Jones Braga, (sarneysta até a alma), o mesmo que coordenou a última campanha na qual Roseana Sarney derrotou Flávio Dino. Entre os nomeados está o advogado Cezinha, filho do Deputado Estadual Cesar Pires, também sarneysta.

E assim, o Inmeq continua respirando o clã Sarney e seus militantes, transformando o Instituto em “Casa da Mãe Roseana”.

Na Parede

Um linguarudo que esteve no Inmeq este mês ( Fevereiro), disse em tom irônico: “Rapaz, até o quadro da ex-Governadora continua na Parede por lá, o negócio é bagunçado mesmo!”

Busto de Bronze de Sarney some da Casa Civil antes da posse de Dino

BustoSarney_261009Continua desaparecido a estátua de bronze (busto do presidente Sarney) que por anos fez parte do acervo do Palácio Henrique de La Rocque,  Auditório da Casa Civil, no Calhau.

Segundo informações, o artigo foi levado por ordens superiores da antiga chefia do Gabinete Militar, ou seja, da Chefia do Gabinete Militar de Roseana Sarney.

O novo governo, chegou e já não encontrou o busto de bronze de Sarney, o novo secretário Chefe do Gabinete Militar do Governador Flávio Dino, Major Santana, solicitou informações sobre o paradeiro da estátua ao setor de Patrimônio, cuja responsável, é a Sra. Edna.

Segundo Edna, durante o ainda governo Roseana, a Tenente Coronel Augusta, que fazia parte da equipe do Cel Vieira, então Chefe do Gabinete Militar, da Casa Civil, ordenou que um antigo funcionário do Palácio, um garçom  por nome, Camilo, removesse o busto, sem informar o local para onde seria levado.

O mistério continua, e cabe a nova equipe da Casa Civil tomar as medidas cabíveis para que todo o patrimônio público que desapareceu (além do busto) seja restituído.